Ganhar uma medalha olímpica é o auge da carreira para qualquer atleta. Seja Ouro, Prata ou Bronze, o peso de ter uma medalha no peito é enorme e um privilégio que pouquíssimos competidores conseguem alcançar.
Se tratando de Brasil, houve um aumento de 40% no pagamento das premiações para os atletas brasileiros a se tornarem medalhistas em relação aos valores pagos em Tóquio 2020.
Atletas individuais que conquistarem medalhas de ouro ganharão R$ 350 mil, R$ 210 mil para a prata e R$140mil para a medalha de bronze.
Os esportes coletivos têm premiação diferente, entre dois a seis atletas, a medalha de ouro vale R$ 700 mil, enquanto a prata vale R$ 420 mil e o bronze vale R$ 280 mil. Já para esportes coletivos com mais de 7 atletas, como por exemplo o futebol, o ouro renderá R$ 1,5 milhão para toda a equipe, a prata R$ 630 mil e o bronze R$ 420 mil.
A premiação das Olimpíadas Paris 2024 é maior deste século e vem em uma boa crescente desde as olimpíadas sediadas no Brasil, como mostra o gráfico abaixo:
Líder do quadro de medalhas nas últimas três edições, os EUA aparecem na décima oitava posição entre os países que premiam seus atletas após ganharem a medalha de ouro em Paris, com US$ 37.500. O pódio de premiação entre os países é formado por Sérvia, Malásia e Marrocos. Confira o gráfico abaixo (valores em dólar):
Em muitos casos, o bônus por medalhas é um exemplo de como os países recompensam seus atletas. O USOPC (Comitê Olímpico e Paralímpico Americano) paga US$ 22.500 pela prata e US$ 15.000 pelo bronze, além de benefícios como seguro de saúde. Malásia e Bulgária oferecem auxílios mensais vitalícios superiores a US$ 1.000 para ouro. Já a Nova Zelândia dá bônus anuais de US$ 40.000.